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sábado, 29 de agosto de 2009

O DÍZIMO NA IGREJA APÓSTOLICA


Olá, andei visitando seu blog. Acabei de digitar um artigo, referente às minhas conclusões sobre o sistema de dízimos. Dá pra postá-lo no seu blog?
Um abraço.


Foi o sistema de dízimos adotado pelo cristianismo do primeiro século?

Lembro-me que no ano em que fui expulso da Igreja Adventista, entre outros questionamentos procurávamos saber também se o sistema levítico dos dízimos havia sido adotado pelos pioneiros do cristianismo. A nossa preocupação era uma só. Indagávamo-nos se Jesus e seus apóstolos haviam lançado mão do sistema de dízimos. Parecia-nos evidente que a pergunta a se fazer não era em relação à institucionalidade do sistema. Não havia dúvida de que era uma instituição que acompanhara, desde cedo, toda a história de Israel como sociedade organizada.

Toda organização político-social tem seu sistema de impostos. Sendo Israel uma nação cuja cultura estava profundamente arraigada à religião, todas as suas instituições teriam de assumir caráter religioso. Tudo na comunidade israelita estava circundado de conotação divina, mesmo os aspectos mais elementares de qualquer organização política. Até regras básicas de higiene, saúde pública e relações civis estavam relacionadas com a religião. Os sacerdotes, que via de regra deveriam desempenhar apenas funções religiosas, assumiam, na verdade, o papel de administrador, de juiz, de governante, de general e até de médico. Não é de admirar, portanto, que o sistema tributário de uma sociedade como essa, profundamente moldada e dependente da relação com o divino, fosse revestido de caráter sagrado tão elevado.

As leis de muitos países podem ser por demais deficientes. Mas o que qualquer Estado terá de melhor em leis será o seu estatuto de tributação. Qualquer legislador sabe que o andamento da máquina administrativa dependerá da maneira como for elaborado e posto em prática o sistema tributário. Dos impostos dependerá o andamento de todas as outras secretarias estatais. De modo similar, a máquina administrativa de Israel, centrada na religião, dependia de um sistema tributário eficiente. E do mesmo modo que a sonegação de impostos nos dias atuais constitui crime, para os israelitas a retenção dos dízimos também significava roubo, que por extensão tratava-se de crime contra Deus, já que a Casa do Tesouro era o próprio Templo, centro maior do sistema político-religioso de Israel.

Há muitas razões para se pensar que Jesus não utilizou o sistema de dízimos sacramentado para o Estado de Israel. Uma delas é que não há nenhum vestígio de que Jesus e seus apóstolos tenham, como fundadores dessa grande religião que é o Cristianismo, utilizado como meio de arrecadação o sistema de dízimos.

É bem verdade que aqueles líderes reconheciam a dependência financeira de qualquer instituição. Mesmo que seja uma instituição de caráter religioso, ela terá que lançar mão de mecanismos pelos quais sejam supridas as despesas administrativas. Nesse sentido, Jesus reconheceu o direito que um trabalhador tem ao seu salário. O apóstolo Paulo, na mesma direção, lembrou às suas ovelhas que elas podiam olhar para Israel e ver que nessa nação as pessoas ligadas ao Templo tiravam deste o seu sustento, e que de modo similar pessoas que trabalhavam arduamente semeando bens espirituais deveriam esperar receber também bens materiais. Isso demonstra que os primeiros cristãos tinham consciência de que cabiam-lhes responsabilidades de ordem econômica para com a nova instituição que surgia.

O que quero dizer, portanto, é que o aquele cristianismo incipiente adotou um método bem diferente do sistema de dízimo que vigorava em Israel ainda nos dias de Cristo. E não podia ser diferente. O sistema de dízimo vigorava em Israel como uma lei a ser cumprida pelos cidadãos judeus. Se os cristãos passassem a reivindicar o pagamento de dízimos, estariam estabelecendo uma instituição paralela, concorrendo com o Templo. Evidentemente seriam enquadrados por prática de crime gravíssimo, já que somente aos levitas cabia por direito a arrecadação dos dízimos. Evidentemente a sensata comunidade cristã não lançaria mão de tal expediente.

Há uma passagem na Bíblia bastante curiosa:

E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ordem, segundo a lei, de tomar o dízimo do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos lombos de Abraão. Mas aquele, cuja genealogia não é contada entre eles, tomou dízimos de Abraão, e abençoou o que tinha as promessas [...] E aqui certamente tomam dízimos homens que morrem; ali, porém, aquele de quem se testifica que vive. E, por assim dizer, por meio de Abraão, até Levi, que recebe dízimos, pagou dízimos. — Hb 7:5-9

Se prestarmos atenção, perceberemos que o escritor de Hebreus fala dos dízimos como uma instituição que ainda vigora, dizendo que “os filhos de Levi têm ordem... de tomar o dízimo do povo [...] E aqui certamente tomam dízimos homens que morrem [...] Até Levi que recebe dízimos.” A epístola aos Hebreus foi escrita antes do ano 70 A.D. Portanto o Templo ainda estava de pé, em pleno funcionamento, de modo que o escritor fala da instituição dos dízimos como ainda estando em vigor, usando o verbo no presente sobre homens que tomam o dízimo do povo, reconhecendo, assim, que a instituição dos dízimos estava vinculada ao Estado de Israel.

Em vista disso, penso que Jesus e seus discípulos, que viveram numa época em que as instituições do Estado de Israel estavam em pleno funcionamento, evitariam instituir normas que dessem a entender estarem promovendo algum movimento subversivo. Antes, pelo contrário, inteligentemente procurariam alternativas para a questão das finanças na nova comunidade que surgia. Como de fato o fizeram.

Resta-nos saber que mecanismos utilizaram-se Jesus e seus apóstolos para a manutenção da administração da nova comunidade. Como tudo no cristianismo, foi utilizado um expediente muito simples: doações voluntárias. As pessoas deveriam contribuir segundo aquilo que propusessem no coração, sem nenhuma exigência formal ou legal. As pessoas deveriam estar sensibilizadas com a causa do Reino e, a partir daí ofertariam das suas posses.

O próprio Jesus, que disse que “aqueles que pregam o evangelho que vivam do evangelho”, ele mesmo fez jus a esse direito. A Bíblia deixa claro que ele aceitava doações voluntárias, tendo, inclusive, uma tesouraria cujo tesoureiro, lamentavelmente, era Judas Iscariotes. Jesus aceitava doações de qualquer espécie. Almoçava na casa de um — como quando se ofereceu para tomar refeição na casa de Zaqueu. Aceitava pousada na casa de quem estivesse disposto a recebê-lo — a exemplo do que costumava fazer na casa de Lázaro quando estava em Jerusalém. Ele disse também que os seus discípulos, na qualidade de obreiros, deveriam seguir seu exemplo. Quando fossem sair ao campo, não deveriam levar provisões, pois onde quer que fossem encontrariam pessoas dispostas a acolhê-los (Mt 10:4-11).

Mas Jesus também aceitava dinheiro como doações. Isso se prova pelo fato de existir entre eles uma tesouraria. O próprio Judas alegou que aquele perfume caríssimo que a mulher derramara nos pés de Jesus poderia ser vendido e convertido em dinheiro. Fica bem evidente que parte alguma do dinheiro arrecadado à tesouraria de Jesus era proveniente de pagamento de dízimos, mas, insisto, tudo provinha de doações voluntárias.

Não eram somente os pobres que se achegavam a Jesus. Pessoas abastadas também o faziam, e certamente eram essas pessoas quem mais financiavam a sua obra. Zaqueu e José de Arimatéia são os exemplos clássicos. Mas gosto sempre de fazer menção à passagem em que mulheres ricas patrocinam seu ministério:

E Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes, e Suzana, e muitas outras que o serviam com seus bens. — Lc 8:3.

Depois da morte de Jesus e dando os apóstolos continuidade ao empreendimento da nova fé, o modelo instituído por Cristo foi seguido. Nos Atos dos Apóstolos encontramos vários exemplos de pessoas ricas fazendo grandes doações, entre elas Barnabé. Vale lembrar que o pecado de Ananias e Safira não foi o fato de terem retido parte dos bens, mas de terem mentido. Pedro fez questão de lembrar-lhes que eles tinham todo o direito de fazer o que bem entendesse dos seus bens (At 5:4). Diferentemente do que vigorava em Israel, ninguém, na comunidade cristã primitiva, estava obrigado a dar quantia nem porcentagem pré-estabelecida de sua renda.

O que quero dizer é que o cristianismo não lançou mão do sistema de dízimo levítico. Este era restrito à Israel na qualidade de Estado-nação, sem nenhum vínculo com a nova religião fundada por Jesus. Na nova mentalidade cristã, não mais predominaria aquela idéia de que “o homem roubaria a Deus” quando deixasse de pagar seus dízimos. Os cristãos são exortados a contribuir voluntariamente, de acordo com a sensibilidade do seu coração.

Marconds Linhares
João Pessoa, 25/8/2009.

13 comentários:

  1. Elpídio Cruz Silva1 de setembro de 2009 14:36

    O irmão Linhares deve compreender que quando Cristo morreu na cruz o "véu do templo" foi rasgado de alto a baixo, dando a entender que todo o cerimonialismo do templo judaico já havia encontrado em Cristo o seu fiel cumprimento. Quando a realidade, Cristo, se encontrou com a sombra, ritos, templo, organização sacerdotal, etc, deixaram de ter significado. É natural que o templo tenha ainda continuado em atividade por mais alguns anos já que a elite sacerdotal que controlava o templo não havia aceito Jesus como seu Messias. Como eles não aceitaram Cristo, evidentemente continuaram trabalhando obedecendo a todas as exigências da lei mosaica.
    Quando Cristo morreu, para aqueles que o aceitaram como Messias houve a troca do sacerdócio levítico pelo sacerdócio de Cristo, herdeiro do sacerdócio de Melquisedeque. Mudando o sacerdócio logigamente também houve mudança na lei do dízimo, já que não havia, do ponto de vista divino, necessidade da continuidade do sacerdócio terrestre.

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  2. Minha intenção é levantar o debate sobre de que modo a religião cristã do primeiro século supria a parte da administração referente às finanças. Para mim está bem claro que não se valeu da instituição dos dízimos. Estou convencido de que os donativos direcionados à Igreja naquela época eram de caráter voluntário, sem estipulãção de qualquer percentual, independentemente de qualquer interpretação referente aos aspectos tipológicos dos cerimoniais levíticos. — Marconds Linhares.

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  3. Rakel disse...
    Tenho nestes dias lido os vossos conhecimentos bíblicos, os quais me chamaram atenção.E este em relação aos dízimos,é algo que gostaria de obter clareza.Pois eis a questão: o que fazer com os bens que o Senhor nos proporciona?! Desde de já,alertando que, debate não é aprovado pelo Céu.Agradeço a compreensão.

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  4. Olá Raquel, estamos a sua disposição. Caso queira perguntar, fique a vontade e o nosso intuito não é debater e sim, estudar como todo bereano deve fazer. Um abraço.

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  5. Nossa, mui feliz fiquei ao ver meu comentário exposto,e em saber da vossa disponibilidade. Pois bem,segundo o que li e entendi do vosso pensamento em relação a devolução dos dízimos,a maneira como hoje é adotada em quase toda a cristandade,não é correta, certo? Creio eu que o irmão faz parte de uma organização.Então, como é a vossa administração? Paz seja convosco

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  6. Rakel diz:Irmão desculpe-me pela falha na parte emitente da mensagem. Mas declaro ao mesmo que tenho pesquisado com precisão o vosso conhecimento nas Escrituras, principalmente, a parte referente a devoção. Claro, gostaria de receber mais informação do mesmo. Desde de já desejo a todos que compõe a vossa irmandade um sábado deleitoso...Paz seja convosco

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  7. Senhores Cristãos!

    Recomendo nova Leitura do Novo Testamento, prestando atenção nos itens abaixo:

    No Novo Testamento realmente não consta a exigência do dízimo como obrigação para os Cristãos. Paulo fala em ofertas voluntárias, segundo proposto em cada coração.

    Isto não quer dizer que os CRISTÃOS não possam fazê-lo.

    Não há esta reivindicação para os Cristãos novo testamentários. Leia o Novo testamento e verás que quando consta a palavra dízimo se refere sempre aos judeus cumprindo suas obrigações pactuais.

    Dê-me por exemplo um texto do Novo Testamento onde se reivindica dos Cristãos a devolução do dízimo; principalmente dos gentios.

    Cordialmente.

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  8. Rakel diz: O fato de não constar escrito "dízimos" no N.T.,não equivale dizer que não deva devolver o que não nos pertence, concorda? Como está escrito: Toda Terra e sua plenitude pertence ao Senhor...

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  9. Raquel,

    Saudações Cristãs!

    A pessoa sentindo no seu coração pode doar o dízimo e muito mais.

    Contudo hoje em dia temos muitos exploradores de pobres, que usam o dinheiro para se enriquecer ou viver uma vida de mordomia.

    Muitos até usam o momento emocional de um culto para fazer com que as pessoas doem além do podem; fazendo um pressão psicológica, ou seja um assédio espiritual.

    Estes dias conversando com um crente humilde, expliquei para ele para não se deixar envolver nos momentos emocionais, mas que conversasse com sua esposa em casa antes de ir para a Igreja, para resolverem quanto iam doar aquele mês; ou seja, uma atitude racional e de comum acordo.

    É um assunto sério e as pessoas precisam estar de sobreaviso para não prejudicar financeiramente suas famílias.

    Cordialmente,

    Alberto.

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  10. Irmão Alberto,
    Paz seja contigo!
    Concordo com o irmão,e creio o quanto é inseguro depositarmos nossas dádivas nas mãos de pessoas infieis. Mas o que fazermos diante dessa situação? Agirmos com infidelidade, retendo o que não nos pertence? Sou uma adventista reformadora,e não pertenço nenhuma organização religiosa,devido a grande insegurança nesses movimentos que intitulam como povo de Deus.E a devolução dos bens, é algo que me preocupa. Se o mesmo puder me passar algumas orientações,ficarei agradecida. Com base Bíblica e Livros da profecia.
    Graça e paz,
    Rakel

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  11. Raquel,

    Só posso te passar dois textos que acho convenientes sobre a contribuição dos Cristãos para o Evangelho:

    A - 2 Coríntios 9 - 7 Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria.

    B - 1 Coríntios 9 - 14 Assim ordenou também o Senhor aos que pregam o evangelho que vivam do evangelho..

    Sugestões:

    - Ajude um obreiro honesto diretamente, verificando seu trabalho ou contribua com um grupo que tem autonomia para decidirem o que fazer com o dízimo, chegando até mesmo a comprar remédios ou cestas básicas para pessoas em dificuldades;

    - Outra boa opção é Orar e enviar recursos para onde os Cristãos são perseguidos e discriminados;
    Veja o assunto e link:
    Como vivem os cristãos nos países muçulmanos - http://timedecristo.wordpress.com/2010/08/25/como-vivem-os-cristaos-nos-paises-muculmanos/ ;

    - Também compre bíblias e folhetos e distribua;

    - Ajude a pagar o aluguel de um salão de algum grupinho em dificuldades, de irmãos carentes, que não sejam legalistas e criatórios de fariseus;


    Não fique procurando justificativa no Espírito de Profecia de EGW, pois não vai conseguir nunca ter autonomia de usar bem as suas ofertas e dízimos. Vai sempre entregar nas mãos dos dominadores e estas ofertas vão sumir!

    Ver o destino e o bom uso das Nossas ofertas é honesto, e é um direito nosso, portanto só contribua se você puder acompanhar e sugerir nos destinos da aplicação.

    Obs:

    Ontem esteve um Cristão aqui em casa e levou 20 bíblias e quase 2000(Dois mil) folhetos da SBB, para fazer trabalho no PARANOÁ-DF.

    Sinto-me útil e feliz! Sei o que está acontecendo com as ofertas!

    Que O Deus Eterno nos ilumine e abençõe nossas ofertas, dando frutos para a Eternidade.

    Alberto.

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  12. irmão Alberto,
    Desde de já agradeço pelas sugestões.Realmente reconheço que, o contribuinte torna-se tão culpado quanto quem recebe e administra de forma errada as ofertas e os dízimos. Refletirei afundo no que o irmão disse e, procurarei colocar em prática.Confiando sempre na iluminação do Deus Eterno.
    Paz seja convosco!
    Rakel

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  13. Recebi E-mail hoje, DA CRISTÃ Mary e posto como contribuição para o assunto!

    Mercenários abjetos
    Se pega a moda lançada por um dos embusteiros pentecas, que agora quer cobrar ofertas, até mesmo de quem recebe as suas heresias pela Internet, eu poderia ficar milionária (se fosse tão desonesta como eles), pois meus escritos atingem milhares de pessoas, inclusive na África, na Austrália e no Japão, pessoas de uma certa cultura e padrão de classe média, enquanto os que acessam a Internet, para ver esse tipo de pregador mercenário, pertencem à classe mais pobre e ignorante.
    Eles também agridem a inteligência nacional pela televisão. E como os brasileiros são fascinados pela TV (ao ponto de ficarem todo dia vendo esse lixo moral que é o programa BBB), obviamente adoram ver e escutar os pastores mercenários, que deles arrancam dinheiro, prometendo curas e milagres de toda espécie. O maior pecado desses mercenários abjetos, além das mentiras descaradas que pregam, É SUBTRAIR O LEITE DAS CRIANÇAS PODBRES, quando os pais dessas crianças lhes dão ofertas, na ilusão de que vão receber muito mais “do Senhor”.
    Vejamos o que um desses jacarés espirituais está fazendo agora, conforme e-mail recebido hoje pela Internet:
    “Estevam Hernandes quer cobrar oferta até de quem assiste aos cultos pela internet!
    Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/2011/02/estevam-hernandes-cobra-oferta-ate-de.html#ixzz1FRE9z73F
    Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial Share Alike”

    Essa turma de embusteiros (viciada no Velho Testamento, pois o Novo não dá margem às suas falcatruas) se alimenta da ignorância bíblica dos pobres patrícios, sem imaginar que, um dia, irão prestar contas, completamente nus, diante do Supremo Juiz, por causa de sua desonestidade... Por usarem o Nome Santo e Glorioso do Senhor Jesus Cristo, simplesmente para encher os seus bolsos, onde proliferam colônias de germes pestilentos e malcheirosos.

    Mary Schultze, 02-03-2011 - www.maryschultze.com

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