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quarta-feira, 9 de março de 2011

IGREJA UM EXTRAORDINARIO MILAGRE DE DEUS!

Para muitos quando nos referimos à igreja tem-se a, natural, perspectiva de que se trata de um luxuoso Templo, ou de uma poderosa instituição que congrega milhares de adeptos tão fieis que seriam capazes de dar suas vidas pela causa da Instituição

Eu também participei de tal conceito, e confesso que não é fácil livrar-nos de tal idéia, mas a palavra de nosso Deus é a única esperança que temos de liberdade total! Isto não inclui somente dos erros doutrinários e administrativos, mas de quaisquer sofismas e mitos que através dos anos nos foram sendo impregnados em nossa mente.

Nunca passou pelo meu pensamento quão distante eu estava do verdadeiro e “espinhoso” caminho pelo qual tem que trilhar os adoradores do Único e Verdadeiro Deus, tão bem visível em Sua Palavra, para os que O buscam em verdade e com sinceridade de coração, mas tão oculto para os que se encontram confiantes por defenderem com tanto ardor os sofismas das Instituições religiosas, com os quais se encontram envolvidos até a alma!

É compreensível que se Deus colocasse todos os caminhos de forma clara e indubitável, certamente não haveria espaço para o exercício da fé, dom indispensável para que o pecador possa expor de forma tão clara ao mundo e ao universo sua inequívoca vontade de seguir, servir e adorar ao Deus da Bíblia!

Ontem, conversando com um admirável e fiel ASD, ele me questionava sobre o porquê de os grupos de “leigos” que deixaram a IASD, serem tão difusos em seus posicionamentos doutrinários, pois enquanto alguns acreditam no dom profético da Irmã White, outros de forma clara o rejeitam, alguns crêem na doutrina do Santuário e do Juízo investigativo enquanto que muitos rejeitam tal ensino, etc.?

Este tem sido para muitos adoradores do Deus Único, “o calcanhar de Aquiles”, ou “a pedra de tropeço”, mas para o que consegue discernir os espíritos, isto tem sido a prova de que estamos no caminho certo! Pois um dos principais dons concedido pelo Criador as suas criaturas tem sido o dom da LIBERDADE, ou livre arbítrio, o qual é indispensável para a existência do dom maior que é o amor.

A definição bíblica para igreja encontra-se estampada em vários versículos espalhados por diversos livros das Escrituras, mas o mais simples e profundo foi aquele pronunciado por Jesus em Mateus 18:20 “Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.”

Percebam que em sua definição Jesus não procurou dar ênfase ao lugar (Pois onde se acham), isto é, não há a menor importância com referencia ao lugar, se é um magnífico prédio, ou uma humilde choupana, ou mesmo se embaixo de algumas arvores etc. Se este lugar é registrado como propriedade de uma organizada Instituição religiosa ou se é simplesmente na residência de uma humilde alma pecadora!

Outro aspecto que para Jesus não tem tanta importância é a quantidade de adeptos (dois ou três) Ele não mencionou muitos, milhares, milhões etc. Não que Jesus despreze as multidões, mas que não é a maioria prova de Sua presença entre eles.

O que afinal Jesus valoriza em Sua Igreja? Ele valoriza o objetivo de nos reunirmos em grupo, isto é, qual a motivação que nos leva a congregar-nos (reunidos em meu nome). Está você querido irmão se reunindo em nome de Jesus ou em nome de uma Trindade?

A coisa mais maravilhosa que encontramos na definição que Jesus deu a Igreja foi a Sua extraordinária promessa de estar conosco (aí estou eu no meio deles.), e é exatamente isto que nos identifica como Igreja (povo) de Deus, por isso querido “leigo” ou “bereano” não permita que nenhum sentimento possa atrapalhar sua percepção da presença de Jesus em nosso meio, e descanse na promessa que Ele fez em Lucas 12: 32 “Não temas, ó pequeno rebanho! porque a vosso Pai agradou dar-vos o reino.” ALELUIA!

Fraternalmente,
Heráclito Fernandes da Mota

Um comentário:

  1. Sirleide da Rocha18 de abril de 2011 11:11

    É certo que não combatemos a igreja, mesmo porque, se é certo que igreja são aqueles cujo nome está escrito no livro da vida do cordeiro, como nos colocaríamos na condição de opositores daqueles pelos quais o filho unigênito deu sua vida? Mas nos opomos sim, as instituições humanas que por tempo demais tem conspurcado e obstruído o acesso dos que almejam chegar ao pleno conhecimento da verdade revelada por meio do filho, o ungido, e de seu espírito que tem sido impedido de atuar em meio ao povo do altíssimo. Sirleide da Rocha.

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